Isso parece bom demais para ser verdade, não é? Sim, nós sabemos, mas tudo é quando se busca o Advogado especializado e de muita expertise no assunto!
Se você caiu em algum golpe financeiro envolvendo PIX, Cartão de Crédito, Empréstimo não solicitado ou qualquer outra transação bancária, não fique no prejuízo!
Somos advogados especializados, capacitados e altamente qualificados para resolver o seu caso e recuperar o seu dinheiro!
MouraSilva Advocacia é um escritório especializado que tem atuado em defesa dos consumidores que foram vítimas de GOLPES e ilegalidades envolvendo operações bancárias, especialmente alguma das formas do famigerado golpe do PIX ou fraudes com Cartão de Crédito, empréstimos não autorizados, invasão de contas, clonagem de Whatsapp ou qualquer outra pratica ilícita contra o consumidor!
Atuamos em todo o território brasileiro, de forma totalmente digital, para personalizar o seu atendimento, acelerar a solução do seu problema e lhe proporcionar o conforto de ser atendido em seu próprio lar!
Buscamos sempre assegurar que você não só recupere os valores perdidos indevidamente, como também, seja indenizado pelos muitos transtornos e dissabores vividos, pois nossa grande prioridade é a recuperação de seus ativos financeiros.
Nossa equipe é constituída por profissionais altamente capacitados em Direito Bancário e Fraudes Financeiras, que primam pela atualização e melhorias de seus conhecimentos jurídicos, além de grande preocupação em conhecer e implementar as inovações tecnológicas que proporcionem um atendimento mais eficiente aos nossos clientes.
⇒ Golpe do PIX
⇒ Golpe da Falsa Central de Atendimento do Banco
⇒ Defesa em Ação de Busca e Apreensão
⇒ Fraudes com Cartão de Crédito
⇒ Revisão de Contratos de Financiamento de Veículo
⇒ Golpe do Falso Leilão
⇒ Golpe do Falso Mediador de Compra de Veículo
⇒ Empréstimo Não Solicitado
⇒ Pagamento de Boleto Falso
⇒ Revisão de Contratos de Financiamento de Empréstimo
Existem várias modalidades de golpes envolvendo o sistema PIX e todos os dias nascem táticas novas com a finalidade de induzir pessoas ao erro e tomar posse indevida de valores por transferências instantâneas. Veja as mais comuns:
Esse foi um dos primeiros tipos de golpe que surgiram com a chegada do Pix e continua fazendo vítimas até hoje.
O golpista manda mensagem para a vítima se passando por um representante de algum lugar onde a pessoa tem cadastro.
Quando consegue fazer contato, pede para a vítima informar um código de segurança enviado por SMS, com a desculpa de confirmar dados cadastrais. Esse código, na verdade, permite clonar o WhatsApp da pessoa.
A partir disso, o criminoso passa a mandar mensagens para os contatos da vítima, pedindo para enviarem valores por meio do Pix, com algum argumento que pareça plausível. Por exemplo, o golpista, fingindo ser a vítima, fala para o marido dela mandar dinheiro para a conta de uma “amiga”, alegando que precisa pagá-la por algum serviço que ela prestou.
O Pix permite o envio de um comprovante ao término da transação. Essa fraude, também conhecida como golpe do PIX falso, consiste em enviar um comprovante falso, alegando que o pagamento foi feito, quando, na verdade, não foi.
Esse é um tipo de golpe bastante utilizado em compras feitas presencialmente, em lojas físicas, ou em pagamentos a prestadores de serviço autônomos. Por exemplo, o golpista vai a uma loja de roupa, faz uma grande compra, com várias peças, e pede para pagar com Pix.
O dinheiro começa a demorar um pouco para entrar na conta da loja, a pessoa finge impaciência, diz que está com pressa e mostra o comprovante para poder pegar a mercadoria e ir embora. O vendedor, querendo agradar o cliente, o libera para ir embora. Só que o dinheiro jamais aparece.
Esse é um tipo de golpe que atrai as vítimas com promessas de ganhos rápidos e altos. O objetivo, aqui, é roubar dados pessoais e bancários.
Os criminosos marcam as pessoas em seus perfis nas postagens nas redes sociais, especialmente do Instagram.
Para chamar atenção das vítimas, dizem que elas ganharam um prêmio em dinheiro. A “pegadinha” é que, para resgatar o suposto prêmio, elas precisariam acessar um link que eles fornecem.
Ao clicar no link, as pessoas são direcionadas para uma página na qual devem informar diversos dados pessoais.
Golpes em que as vítimas são levadas a clicar em links maliciosos também são conhecidos como phishing.
Em outro golpe que tem sido aplicado pelas redes sociais, os criminosos pedem que a vítima transfira dinheiro para uma conta, afirmando que elas receberão depois um retorno 10 vezes maior do que o que foi “investido”.
Existem, ainda, perfis que promovem um “sorteio falso” de Pix. Eles levam a vítima a acessar uma página e inserir os seus dados bancários e pessoais. Os criminosos, então, usam esses dados para dar outros golpes, entre eles a clonagem do cartão de crédito.
O golpe do Pix errado leva esse nome porque o golpista envia um comprovante de Pix para a vítima, dizendo que transferiu o valor para a conta dela por engano. O criminoso então pede que a pessoa transfira o valor de volta para a conta dele, já que não passa de um engano.
A verdade é que o comprovante do Pix é falso e, se a vítima “devolver” o dinheiro, vai ter caído na armadilha. A dica aqui, além de desconfiar, é sempre conferir o extrato da sua conta para ver se realmente caiu algum dinheiro lá. O Pix é rápido e em apenas alguns segundos a transferência, se for verdadeira, já aparece na sua conta.
Esse tipo de golpe acontece normalmente quando o usuário é levado a clicar em links suspeitos, recebidos por SMS, e-mail ou WhatsApp. Caso sejam abertos, eles podem infectar o telefone com um vírus.
Quando os golpistas utilizam e-mails, ligações, SMS e mensagens em redes sociais para “fisgar” vítimas, o golpe é conhecido como phishing.
Com o vírus implementado, quando a vítima abrir um aplicativo de banco, o golpista vai receber uma notificação em sua tela, informando que a pessoa iniciou uma sessão na instituição financeira.
Nesse momento, o golpista rouba os dados de acesso e consegue utilizar a conta bancária do cliente. Assim, ele transfere dinheiro por meio do Pix.
Primeiro passo: Registre um boletim de ocorrência (BO) na polícia;
Segundo passo: Registre uma reclamação na sua instituição informando todos os dados, comprovantes e documentos, inclusive o BO, e solicite a devolução dos valores.
Terceiro passo: Registre uma reclamação no Banco Central do Brasil;
Com o registro do caso, sua instituição deve registrar uma notificação de infração por meio do BC, a instituição do suposto golpista irá bloquear os valores e ambas instituições terão um tempo para avaliar detalhadamente o caso.
Após 7 dias, se for comprovado o golpe ou a fraude, o seu dinheiro será devolvido em até 96 horas. Caso não haja saldo suficiente para efetuar a devolução total dos valores, até o prazo máximo de 90 dias da transação original a instituição de relacionamento do recebedor deve monitorar a conta e, surgindo recursos na conta, deve efetuar devoluções parciais.
Se a situação não for resolvida, ajuíze uma ação judicial de reparação de danos.
Passo mais importante:
Contrate um Advogado especialista em Direito do Consumidor e Direito Bancário.
A prova pode ser realizada mediante a apresentação dos prints de mensagens do WhatsApp ou de outros aplicativos em que seja demonstrado a conversação que culminou no PIX.
Em caso de golpe decorrente de falha na segurança, o banco responde objetivamente pelos danos morais gerados ao cliente, em razão do desgaste, angústia e impotência capazes de configurar violação a direito da personalidade.
Súmula 479 do STJ: “As instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias.”
Ajudamos você a usufruir SEUS direitos, não importa o custo para ISSO!
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